Ao estimado filho, nesta data especial,
Em que mais experiências da vida buscou legal
Nas manhas de instigantes sutilezas
Na equivalência das grandes cabeças
E de sobremodo, na certeza..
Qual de sobremaneira acresças
No resplandecer da crença
Nesta caminhada destemida
Alcançando diferencial na vida
Avocado no atributo essencial
Aos entes de razão exponencial
Na sintonia dos que advirão
Por contundente vibração
No âmago de espectro sublime
Cada vez mais te ilumine
Do distintivo espírito fraternal
Pela alta conta dos contos que conténs
Feliz Aniversário. Parabéns!
sábado, 28 de março de 2009
segunda-feira, 2 de março de 2009
A PERFEIÇÃO
Na perfeição tenho apreço
Encontrá-la é meu desejo
Mas quando a vejo
Nem a reconheço
Prudência, pontualidade
Nem atrasa nem adianta
É de firmeza tanta
Quanto a própria hombridade
Irrestrito é teu demandar
Na inteireza de lealdade
Da alardeada sobriedade
Que consegues suscitar
Vê se abres uma brecha
Tão austera não te ponhas
Senão serás enfadonha
Ou levarás a pecha
Será que devo ou não
Hostilizar, sufocar
Reprimir, enforcar
Conter, exaltar
Ou estrangular, a perfeição?
Que adiantaria a morte, então
Se viverás nos outros
Resta-me deixar arrotos
E buscar em mim a perfeição
Encontrá-la é meu desejo
Mas quando a vejo
Nem a reconheço
Prudência, pontualidade
Nem atrasa nem adianta
É de firmeza tanta
Quanto a própria hombridade
Irrestrito é teu demandar
Na inteireza de lealdade
Da alardeada sobriedade
Que consegues suscitar
Vê se abres uma brecha
Tão austera não te ponhas
Senão serás enfadonha
Ou levarás a pecha
Será que devo ou não
Hostilizar, sufocar
Reprimir, enforcar
Conter, exaltar
Ou estrangular, a perfeição?
Que adiantaria a morte, então
Se viverás nos outros
Resta-me deixar arrotos
E buscar em mim a perfeição
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
CANÇÃO DE AMOR
Do teu bojo a linhagem
Por denotada referência
Com substantiva coragem
Respaldado em anuência
Como sendo homenagem
A sabida proveniência
Uma estirpe do labor
Persistência., tua vitória
Cristalizada na docência
Soube buscar na glória
O que virtuosa providência
Escreveu na tua história
Teu talento.., nem gracioso
Nem tão pouco ao acaso
Mas genuíno belicoso
Com suporte de embaso
Arraigado ao generoso
Sem contemplar o defaso
Raízes de tradição
Cada qual um esteio
Que não se arranca na mão
Por maior seja o anseio
Vais bater no paredão
Se não tiver o tenteio
Ah, que emblema indolor
Conduz no teu bojo o brilho
A espargir luzente na cor
Cantando o mesmo estribilho
Vibrante com muito ardor,
Na parceria de mútuo auxílio
Entoa sempre canção de amor
Por denotada referência
Com substantiva coragem
Respaldado em anuência
Como sendo homenagem
A sabida proveniência
Uma estirpe do labor
Persistência., tua vitória
Cristalizada na docência
Soube buscar na glória
O que virtuosa providência
Escreveu na tua história
Teu talento.., nem gracioso
Nem tão pouco ao acaso
Mas genuíno belicoso
Com suporte de embaso
Arraigado ao generoso
Sem contemplar o defaso
Raízes de tradição
Cada qual um esteio
Que não se arranca na mão
Por maior seja o anseio
Vais bater no paredão
Se não tiver o tenteio
Ah, que emblema indolor
Conduz no teu bojo o brilho
A espargir luzente na cor
Cantando o mesmo estribilho
Vibrante com muito ardor,
Na parceria de mútuo auxílio
Entoa sempre canção de amor
sábado, 3 de janeiro de 2009
FLOR DO SUL
Olho e vejo no floral
Uma flor que vinga
Com o vento sinto a ginga,
Será uma flor-de-carnaval?
Pela dualidade da tua cor
Creio venhas da distância
A trazer tua fragrância
Será uma flor-de-amor?
Pregou raízes de emoção
Na terra do Rio Grande
Na tua afinidade que bande
Em regozijo do pulsante coração
Aroma sublime que abraça.
Uma paga que a engalana
Dávida que te faz humana
Prá brindar ao mundo tua graça
Flor-de-pérolas, tens carmim
Seguido do estilo régio
Bendigo o privilégio
Por tê-la no meu jardim
Uma flor que vinga
Com o vento sinto a ginga,
Será uma flor-de-carnaval?
Pela dualidade da tua cor
Creio venhas da distância
A trazer tua fragrância
Será uma flor-de-amor?
Pregou raízes de emoção
Na terra do Rio Grande
Na tua afinidade que bande
Em regozijo do pulsante coração
Aroma sublime que abraça.
Uma paga que a engalana
Dávida que te faz humana
Prá brindar ao mundo tua graça
Flor-de-pérolas, tens carmim
Seguido do estilo régio
Bendigo o privilégio
Por tê-la no meu jardim
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
RECESSÃO?
No infortúnio da vida
Fatalidade faz apronto
Perco o chão, a guarida
A desventura deixa tonto
O alucinado faz base a vida
No ofício já não marco ponto
O agravo se instalou
As dívidas evoluíram
O mundo desmoronou
Os vizinhos sumiram
A conta bancária zerou
Os amigos partiram
Tendo já o mundo ruído..
Evidencio algo valioso
Não ficarei desenxabido
Devo até ficar orgulhoso
Nem tudo está perdido
Eis que sou ainda vitorioso
Detenho, todavia, um espaço
Dono sou, de um quinhão..,
O fôlego a tirar cansaço
Ainda tenho a razão
Faço alavanca do braço
E no peito, forte bate um coração
Tudo perdido? Ledo engano!
Agora vem recomeço
Como vês, sou humano
Dádiva Divina, qual mereço
Discernimento, disso, me ufano
Afinal, um cérebro não tem preço
Fatalidade faz apronto
Perco o chão, a guarida
A desventura deixa tonto
O alucinado faz base a vida
No ofício já não marco ponto
O agravo se instalou
As dívidas evoluíram
O mundo desmoronou
Os vizinhos sumiram
A conta bancária zerou
Os amigos partiram
Tendo já o mundo ruído..
Evidencio algo valioso
Não ficarei desenxabido
Devo até ficar orgulhoso
Nem tudo está perdido
Eis que sou ainda vitorioso
Detenho, todavia, um espaço
Dono sou, de um quinhão..,
O fôlego a tirar cansaço
Ainda tenho a razão
Faço alavanca do braço
E no peito, forte bate um coração
Tudo perdido? Ledo engano!
Agora vem recomeço
Como vês, sou humano
Dádiva Divina, qual mereço
Discernimento, disso, me ufano
Afinal, um cérebro não tem preço
domingo, 9 de novembro de 2008
ELO DA CORRENTE
Dei um alô ao elo
Quero saber do teu laço
Sei, és generoso e belo
E como é forte o teu abraço
Ademais no mundo não há martelo
Capaz de trincar teu aço
Dei um alô ao elo
Quero saber do teu elã
Sendo seguro o teu castelo
Por que constróis barbacã ?
Se poderás fecundar anelo
Assim, talvez, fuja-nos o amanhã
Dei um alô ao elo
Num convite a jantar
Quem sabe arreda-se o paralelo
Que vá para sempre a soçobrar
Esse infausto clima austero
Da incerteza a nos fustigar
Viva! O elo ouviu meu alô
Veja só..., o elo me deu ouvidos
Tá bom.., tá bom.., eu vou..,
Dizia.. , -- elo é pra viver unido
Pois o que seria do amor
Se os elos fossem partidos?
Quero saber do teu laço
Sei, és generoso e belo
E como é forte o teu abraço
Ademais no mundo não há martelo
Capaz de trincar teu aço
Dei um alô ao elo
Quero saber do teu elã
Sendo seguro o teu castelo
Por que constróis barbacã ?
Se poderás fecundar anelo
Assim, talvez, fuja-nos o amanhã
Dei um alô ao elo
Num convite a jantar
Quem sabe arreda-se o paralelo
Que vá para sempre a soçobrar
Esse infausto clima austero
Da incerteza a nos fustigar
Viva! O elo ouviu meu alô
Veja só..., o elo me deu ouvidos
Tá bom.., tá bom.., eu vou..,
Dizia.. , -- elo é pra viver unido
Pois o que seria do amor
Se os elos fossem partidos?
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
LIBERDADE
Ser livre é absoluto
Se tenho um alvo
Mas estarei a salvo
Do que pode ser dissoluto?
Tenho de ficar atento
Prá evitar o embuste
Para que não fruste
O próprio pensamento
Malambas do entremeio
Vem tungar amor próprio
Com denodo afasto esse ópio
A escampar malsinado anseio
Um selenita posso ser
Ou o que ditar o juízo
Faço da enxovia esconderijo
Só, não, de mim posso esconder
Se tenho um alvo
Mas estarei a salvo
Do que pode ser dissoluto?
Tenho de ficar atento
Prá evitar o embuste
Para que não fruste
O próprio pensamento
Malambas do entremeio
Vem tungar amor próprio
Com denodo afasto esse ópio
A escampar malsinado anseio
Um selenita posso ser
Ou o que ditar o juízo
Faço da enxovia esconderijo
Só, não, de mim posso esconder
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