O “magro” diria:
--lealdade é cabeça.
--O diverso escraviza
A mais sã consciência
Ou pode ofuscar baliza
Na lucidez, o berço
Que se esquadrinha
Na reta frontal do eixo
Da sabedoria madrinha
O diverso.., o seixo
Para sentir a espuma
Com a lealdade sorvo
O amargo na bruma
E sinto a água do corgo
Leve que nem a pluma
A lealdade é abrigo
Da vida na estesia
Eclodindo sinal amigo
De ser leal à alegria
Prá felicidade ser comigo
quarta-feira, 3 de junho de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
SEM INFLAÇÃO
Ontem mero prenúncio
Hoje, teu calor rubicundo
Põe no ar o eflúvio
Deste emergente fecundo
Fazendo ressoar anúncio
Ao rol dos "mais" do mundo
Portanto......
Não deixemos a semântica
Por mera empolgação
Sublevar consciência quântica
Questionada na evolução
Travestir-se à romântica
E devanear a percepção
Se envilecer o preço,
Causa ou conseqüência?
Identifiquemos o endereço
Interagindo na freqüência
Gestando a romper o gesso
Para franquear aparência
Se manifesto o especular
Que se conduzia proscrito
A vir num multiplicar
A afigurar esse mito
A não ser unidade basilar
Faça rumo ao infinito
Todavia, propriedade da base
Se demonstrar decompor
Fazendo a expansão sua fase
Tão circulante a se impor
E a produção sem crase?..
Só o crescimento a se contrapor
Hoje, teu calor rubicundo
Põe no ar o eflúvio
Deste emergente fecundo
Fazendo ressoar anúncio
Ao rol dos "mais" do mundo
Portanto......
Não deixemos a semântica
Por mera empolgação
Sublevar consciência quântica
Questionada na evolução
Travestir-se à romântica
E devanear a percepção
Se envilecer o preço,
Causa ou conseqüência?
Identifiquemos o endereço
Interagindo na freqüência
Gestando a romper o gesso
Para franquear aparência
Se manifesto o especular
Que se conduzia proscrito
A vir num multiplicar
A afigurar esse mito
A não ser unidade basilar
Faça rumo ao infinito
Todavia, propriedade da base
Se demonstrar decompor
Fazendo a expansão sua fase
Tão circulante a se impor
E a produção sem crase?..
Só o crescimento a se contrapor
sábado, 28 de março de 2009
FELIZ NÍVER
Ao estimado filho, nesta data especial,
Em que mais experiências da vida buscou legal
Nas manhas de instigantes sutilezas
Na equivalência das grandes cabeças
E de sobremodo, na certeza..
Qual de sobremaneira acresças
No resplandecer da crença
Nesta caminhada destemida
Alcançando diferencial na vida
Avocado no atributo essencial
Aos entes de razão exponencial
Na sintonia dos que advirão
Por contundente vibração
No âmago de espectro sublime
Cada vez mais te ilumine
Do distintivo espírito fraternal
Pela alta conta dos contos que conténs
Feliz Aniversário. Parabéns!
Em que mais experiências da vida buscou legal
Nas manhas de instigantes sutilezas
Na equivalência das grandes cabeças
E de sobremodo, na certeza..
Qual de sobremaneira acresças
No resplandecer da crença
Nesta caminhada destemida
Alcançando diferencial na vida
Avocado no atributo essencial
Aos entes de razão exponencial
Na sintonia dos que advirão
Por contundente vibração
No âmago de espectro sublime
Cada vez mais te ilumine
Do distintivo espírito fraternal
Pela alta conta dos contos que conténs
Feliz Aniversário. Parabéns!
segunda-feira, 2 de março de 2009
A PERFEIÇÃO
Na perfeição tenho apreço
Encontrá-la é meu desejo
Mas quando a vejo
Nem a reconheço
Prudência, pontualidade
Nem atrasa nem adianta
É de firmeza tanta
Quanto a própria hombridade
Irrestrito é teu demandar
Na inteireza de lealdade
Da alardeada sobriedade
Que consegues suscitar
Vê se abres uma brecha
Tão austera não te ponhas
Senão serás enfadonha
Ou levarás a pecha
Será que devo ou não
Hostilizar, sufocar
Reprimir, enforcar
Conter, exaltar
Ou estrangular, a perfeição?
Que adiantaria a morte, então
Se viverás nos outros
Resta-me deixar arrotos
E buscar em mim a perfeição
Encontrá-la é meu desejo
Mas quando a vejo
Nem a reconheço
Prudência, pontualidade
Nem atrasa nem adianta
É de firmeza tanta
Quanto a própria hombridade
Irrestrito é teu demandar
Na inteireza de lealdade
Da alardeada sobriedade
Que consegues suscitar
Vê se abres uma brecha
Tão austera não te ponhas
Senão serás enfadonha
Ou levarás a pecha
Será que devo ou não
Hostilizar, sufocar
Reprimir, enforcar
Conter, exaltar
Ou estrangular, a perfeição?
Que adiantaria a morte, então
Se viverás nos outros
Resta-me deixar arrotos
E buscar em mim a perfeição
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
CANÇÃO DE AMOR
Do teu bojo a linhagem
Por denotada referência
Com substantiva coragem
Respaldado em anuência
Como sendo homenagem
A sabida proveniência
Uma estirpe do labor
Persistência., tua vitória
Cristalizada na docência
Soube buscar na glória
O que virtuosa providência
Escreveu na tua história
Teu talento.., nem gracioso
Nem tão pouco ao acaso
Mas genuíno belicoso
Com suporte de embaso
Arraigado ao generoso
Sem contemplar o defaso
Raízes de tradição
Cada qual um esteio
Que não se arranca na mão
Por maior seja o anseio
Vais bater no paredão
Se não tiver o tenteio
Ah, que emblema indolor
Conduz no teu bojo o brilho
A espargir luzente na cor
Cantando o mesmo estribilho
Vibrante com muito ardor,
Na parceria de mútuo auxílio
Entoa sempre canção de amor
Por denotada referência
Com substantiva coragem
Respaldado em anuência
Como sendo homenagem
A sabida proveniência
Uma estirpe do labor
Persistência., tua vitória
Cristalizada na docência
Soube buscar na glória
O que virtuosa providência
Escreveu na tua história
Teu talento.., nem gracioso
Nem tão pouco ao acaso
Mas genuíno belicoso
Com suporte de embaso
Arraigado ao generoso
Sem contemplar o defaso
Raízes de tradição
Cada qual um esteio
Que não se arranca na mão
Por maior seja o anseio
Vais bater no paredão
Se não tiver o tenteio
Ah, que emblema indolor
Conduz no teu bojo o brilho
A espargir luzente na cor
Cantando o mesmo estribilho
Vibrante com muito ardor,
Na parceria de mútuo auxílio
Entoa sempre canção de amor
sábado, 3 de janeiro de 2009
FLOR DO SUL
Olho e vejo no floral
Uma flor que vinga
Com o vento sinto a ginga,
Será uma flor-de-carnaval?
Pela dualidade da tua cor
Creio venhas da distância
A trazer tua fragrância
Será uma flor-de-amor?
Pregou raízes de emoção
Na terra do Rio Grande
Na tua afinidade que bande
Em regozijo do pulsante coração
Aroma sublime que abraça.
Uma paga que a engalana
Dávida que te faz humana
Prá brindar ao mundo tua graça
Flor-de-pérolas, tens carmim
Seguido do estilo régio
Bendigo o privilégio
Por tê-la no meu jardim
Uma flor que vinga
Com o vento sinto a ginga,
Será uma flor-de-carnaval?
Pela dualidade da tua cor
Creio venhas da distância
A trazer tua fragrância
Será uma flor-de-amor?
Pregou raízes de emoção
Na terra do Rio Grande
Na tua afinidade que bande
Em regozijo do pulsante coração
Aroma sublime que abraça.
Uma paga que a engalana
Dávida que te faz humana
Prá brindar ao mundo tua graça
Flor-de-pérolas, tens carmim
Seguido do estilo régio
Bendigo o privilégio
Por tê-la no meu jardim
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
RECESSÃO?
No infortúnio da vida
Fatalidade faz apronto
Perco o chão, a guarida
A desventura deixa tonto
O alucinado faz base a vida
No ofício já não marco ponto
O agravo se instalou
As dívidas evoluíram
O mundo desmoronou
Os vizinhos sumiram
A conta bancária zerou
Os amigos partiram
Tendo já o mundo ruído..
Evidencio algo valioso
Não ficarei desenxabido
Devo até ficar orgulhoso
Nem tudo está perdido
Eis que sou ainda vitorioso
Detenho, todavia, um espaço
Dono sou, de um quinhão..,
O fôlego a tirar cansaço
Ainda tenho a razão
Faço alavanca do braço
E no peito, forte bate um coração
Tudo perdido? Ledo engano!
Agora vem recomeço
Como vês, sou humano
Dádiva Divina, qual mereço
Discernimento, disso, me ufano
Afinal, um cérebro não tem preço
Fatalidade faz apronto
Perco o chão, a guarida
A desventura deixa tonto
O alucinado faz base a vida
No ofício já não marco ponto
O agravo se instalou
As dívidas evoluíram
O mundo desmoronou
Os vizinhos sumiram
A conta bancária zerou
Os amigos partiram
Tendo já o mundo ruído..
Evidencio algo valioso
Não ficarei desenxabido
Devo até ficar orgulhoso
Nem tudo está perdido
Eis que sou ainda vitorioso
Detenho, todavia, um espaço
Dono sou, de um quinhão..,
O fôlego a tirar cansaço
Ainda tenho a razão
Faço alavanca do braço
E no peito, forte bate um coração
Tudo perdido? Ledo engano!
Agora vem recomeço
Como vês, sou humano
Dádiva Divina, qual mereço
Discernimento, disso, me ufano
Afinal, um cérebro não tem preço
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