O dia é de relaxidão
Afinal é domingo
Procrastinado o xingo
Façamos da vida canção
A viola bem afinada
De sobreaviso o drinque
Sem qualquer achinque
Do tragadeiro, só toada
De lês-a-lês, banido o lerdo
Todavia, ajoujado a calma
Com transparência na alma
Poetificamos o verbo
Encetando bom toar
Com sabor de serenata
Frenteado a bela açafata
Óh! impetuoso embate de olhar
Excelsas da empatia
Prudente em delinear
No horizonte prenunciar
Conúbio a se contiguar
Salve! Salve! Musicomania!
quinta-feira, 6 de maio de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
HÁ DE VIR
Árduas são as veredas
Nos momentos sem guarida
Nesses instantes da vida
Titubeamos nas alamedas
No manadeiro do horizonte
Mister é pompear o brio
Nas pugnas dos desafios
Até bispar-se a fonte
Na vida, tudo tem arranjo
Como do letargo ao despertar
Já lobriguei no entremostrar
Tão majestoso arcanjo
Insigne pundonor
Alentadoras virtudes
Bendizemos amiúde
Talhe tão encantador
Fortuito fico a sorrir
Da remissão, dadivosas táboas
Pra lenitivo de minhas mágoas
Meu bálsamo há de vir
Nos momentos sem guarida
Nesses instantes da vida
Titubeamos nas alamedas
No manadeiro do horizonte
Mister é pompear o brio
Nas pugnas dos desafios
Até bispar-se a fonte
Na vida, tudo tem arranjo
Como do letargo ao despertar
Já lobriguei no entremostrar
Tão majestoso arcanjo
Insigne pundonor
Alentadoras virtudes
Bendizemos amiúde
Talhe tão encantador
Fortuito fico a sorrir
Da remissão, dadivosas táboas
Pra lenitivo de minhas mágoas
Meu bálsamo há de vir
quinta-feira, 1 de abril de 2010
MUNDO JOVEM
A idade é alvissareira
O tempo é descobridor
Eta! mundo sem porteira
O futuro é promissor
A tua imagem é verdadeira
Porque a verdade é superior!
Jovem sim! Todavia sobriedade
Como a árvore frondosa
Mais impõe majestade
Na persistência fervorosa
Cada dia vê tua verdade
E na liberdade te faz honrosa
Muitos serão teus acertos
Ainda que meiga e formosa,
Com ou sem enxertos
Cultivas perfume que desabrocha
E na hora dos apertos
Sejas forte que nem rocha
Foi bem assim que nasceu
Com esse teu jeito puro
Como o Pai do céu concebeu
Com esse estilo maduro
Da forma que escolheu
Segue a traçar teu futuro
Deveras, um valor rotundo
Só não enxerga quem não vê
Tu não só veio ao mundo
Da forma como se crê
Mas de conteúdo profundo
Porque o mundo veio em você!
Prá nascer pediu nada
E mesmo sem escolher
Tens família abnegada
Porque a vida chamou você
Por isso a bondade herdada
Só te faz merecer
Essa vida abençoada!
O tempo é descobridor
Eta! mundo sem porteira
O futuro é promissor
A tua imagem é verdadeira
Porque a verdade é superior!
Jovem sim! Todavia sobriedade
Como a árvore frondosa
Mais impõe majestade
Na persistência fervorosa
Cada dia vê tua verdade
E na liberdade te faz honrosa
Muitos serão teus acertos
Ainda que meiga e formosa,
Com ou sem enxertos
Cultivas perfume que desabrocha
E na hora dos apertos
Sejas forte que nem rocha
Foi bem assim que nasceu
Com esse teu jeito puro
Como o Pai do céu concebeu
Com esse estilo maduro
Da forma que escolheu
Segue a traçar teu futuro
Deveras, um valor rotundo
Só não enxerga quem não vê
Tu não só veio ao mundo
Da forma como se crê
Mas de conteúdo profundo
Porque o mundo veio em você!
Prá nascer pediu nada
E mesmo sem escolher
Tens família abnegada
Porque a vida chamou você
Por isso a bondade herdada
Só te faz merecer
Essa vida abençoada!
domingo, 28 de março de 2010
ANIVERSÁRIO
Ao estimado filho/Ao ensejo da "primavera" que vai/Nos caminhos da vida sejas bom "andarilho"/E nesse vai-e-vem, segues no teu "trilho"/E que a luz desses caminhos se
fortaleçam no brilho/São os votos do teu pai.
PARABÉNS!
Um tempo que se foi
Uma data que chega
E a não fugir à regra,
Um enígma renasce
Um foco se descortina
Porque a vida se ilumina
Com legados de boa sina
No vislumbre de novas trilhas
Na direção de um horizonte
E que jamais seque a fonte
Desde que sejam fulgurantes
Com perspectivas relevantes
Sem parcimônias de tua ótica
Pela gratidão consigo mesmo
Sem afrouxar o fado a esmo
Mas em universo de emoções
Para contemplar mais doce o mundo
E preenchido de nobres vibrações
Já agregadas ao inconsciente
E livres fluam de tua mente
Por já idealizado destino
E como manda o "figurino"
Ora preenchido de sentimento
De etéreo crescimento
Diante da conscientização
E sem máculas de algema
Contudo da essência suprema
Que brota do coração
E que se mantenha intacta
Pelos meandros da via-Láctea
Rogo ao Geômetra do Universo, dê guarida
Com bênçãos de infinita bondade
Guardando a tua felicidade
Pelos caminhos e vicissitudes da vida!
fortaleçam no brilho/São os votos do teu pai.
PARABÉNS!
Um tempo que se foi
Uma data que chega
E a não fugir à regra,
Um enígma renasce
Um foco se descortina
Porque a vida se ilumina
Com legados de boa sina
No vislumbre de novas trilhas
Na direção de um horizonte
E que jamais seque a fonte
Desde que sejam fulgurantes
Com perspectivas relevantes
Sem parcimônias de tua ótica
Pela gratidão consigo mesmo
Sem afrouxar o fado a esmo
Mas em universo de emoções
Para contemplar mais doce o mundo
E preenchido de nobres vibrações
Já agregadas ao inconsciente
E livres fluam de tua mente
Por já idealizado destino
E como manda o "figurino"
Ora preenchido de sentimento
De etéreo crescimento
Diante da conscientização
E sem máculas de algema
Contudo da essência suprema
Que brota do coração
E que se mantenha intacta
Pelos meandros da via-Láctea
Rogo ao Geômetra do Universo, dê guarida
Com bênçãos de infinita bondade
Guardando a tua felicidade
Pelos caminhos e vicissitudes da vida!
sábado, 13 de março de 2010
QUARTO
QUARTO
Predito de quarto crescente
O dia a prenunciar desencontros
Açulante a aflorar nossos monstros
Na invasão de nossa mente
Quando a vida vem passar
Por um mau quarto de hora
Desventuramo-nos num bota-fora
Que se nos impõe digressionar
Largamos as convenções
Botamos os quartos de banda
Só para ver como anda
Nossas contas de emoções
Pinta branco de sapiência,
Frustra como quartel-mestre sem tropa
Malogro de navegador sem frota
É um passar no quarto, da consciência
No quarto que descobri...,
Apenas um quarto de hora
É muito prá quem chora
E pouco pra quem ri
No quarto de despejo
Remexendo coisas guardadas
Revoltas em pensamentos.
Ficarmos por momentos
Em nosso quarto, aposento
É nosso único desejo
Predito de quarto crescente
O dia a prenunciar desencontros
Açulante a aflorar nossos monstros
Na invasão de nossa mente
Quando a vida vem passar
Por um mau quarto de hora
Desventuramo-nos num bota-fora
Que se nos impõe digressionar
Largamos as convenções
Botamos os quartos de banda
Só para ver como anda
Nossas contas de emoções
Pinta branco de sapiência,
Frustra como quartel-mestre sem tropa
Malogro de navegador sem frota
É um passar no quarto, da consciência
No quarto que descobri...,
Apenas um quarto de hora
É muito prá quem chora
E pouco pra quem ri
No quarto de despejo
Remexendo coisas guardadas
Revoltas em pensamentos.
Ficarmos por momentos
Em nosso quarto, aposento
É nosso único desejo
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
DESAMOR E AMOR DEZ
Uma mesa..., vinhos, filés
Jantar à luz de velas
Abaixo tocam-se canelas
Isso é amor dez
Se madrugada for
À casa não retornei
Onde estou nem sei
Isso é desamor
Se fico a teus pés
Repleno de carinho
Chamando-te benzinho
Isso é amor dez
Temulento e sem cor
Exalando aguardente
E ainda valente
Isso é desamor
Adormeces aos cafunés
Massagem sem fustigares
Muitas preliminares
Isso é amor dez
Se receberes flor
De mão sorridente
Um beijo muito ardente
Podes ficar contente
Isso é dez para o amor
Jantar à luz de velas
Abaixo tocam-se canelas
Isso é amor dez
Se madrugada for
À casa não retornei
Onde estou nem sei
Isso é desamor
Se fico a teus pés
Repleno de carinho
Chamando-te benzinho
Isso é amor dez
Temulento e sem cor
Exalando aguardente
E ainda valente
Isso é desamor
Adormeces aos cafunés
Massagem sem fustigares
Muitas preliminares
Isso é amor dez
Se receberes flor
De mão sorridente
Um beijo muito ardente
Podes ficar contente
Isso é dez para o amor
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
LIVRO
DIA 09 DE NOVEMBRO, 18 HS, FEIRA DO LIVRO-PELOTAS, LANÇAMENTO MEU 2° LIVRO, TÍTULO: POESIAS, PROVAS E VERSOS.
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