SORRISO DE UMA NOITE
Numa noite ímpar
Atirado ao acaso
Como a flor no vaso
Fiquei a fitar
Naquele instante, de fato
Sem futuro antever
Levado no acontecer
Ao que parecia sensato
O ambiente festeiro,
Olhar manhoso
Momento frutuoso
Porém, sorrateiro
Sem algum aviso
A vida se fez peça
E mais que depressa
Virou sorriso..
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
sábado, 1 de agosto de 2009
VIOLÃO
VIOLÃO
Lá no canto desenxabido
Muitas vezes largado
Mas jamais abandonado
Muito menos esquecido
Pensa alegria quem te faz
Para o mundo das canções
Ao extravasar emoções
Em vicissitudes que a vida trás
Paradoxal é teu jeito...
Tão singelo..., ora, imponente!
Se manipulado habilmente
No dedilhar junto ao peito
Da prima ao bordão
Vibrante..., desafetos consolou
Algumas lágrimas aparou
Mas na alegria tem vocação
Lá no canto desenxabido
Muitas vezes largado
Mas jamais abandonado
Muito menos esquecido
Pensa alegria quem te faz
Para o mundo das canções
Ao extravasar emoções
Em vicissitudes que a vida trás
Paradoxal é teu jeito...
Tão singelo..., ora, imponente!
Se manipulado habilmente
No dedilhar junto ao peito
Da prima ao bordão
Vibrante..., desafetos consolou
Algumas lágrimas aparou
Mas na alegria tem vocação
quarta-feira, 1 de julho de 2009
O ENCONTRO
O ENCONTRO
Inobstante o onusto
Do precauto da madureza
E apesar, desse amigo, a franqueza
Na essência de extrato augusto
Dá-se um encontro fortuito
No enlevo de facultadores etílicos
Os intentos para mais de gentílicos
Temperos coadjuvantes desse circuito
No impulso preceituam mutuamente
Uma exceção a desvirtuar o comum
A levar a efeito esse burundum
O que mandava, então, o consciente
Ao traslado vicinal
Conducentes, com sabor, em algures
Seguem na linha desse conjures
Para consumar o intencional
Sublevação alucinante
Clamor de acorde robusto
Que só ouviu o lusco-fusco
Desse particular diletante
Inobstante o onusto
Do precauto da madureza
E apesar, desse amigo, a franqueza
Na essência de extrato augusto
Dá-se um encontro fortuito
No enlevo de facultadores etílicos
Os intentos para mais de gentílicos
Temperos coadjuvantes desse circuito
No impulso preceituam mutuamente
Uma exceção a desvirtuar o comum
A levar a efeito esse burundum
O que mandava, então, o consciente
Ao traslado vicinal
Conducentes, com sabor, em algures
Seguem na linha desse conjures
Para consumar o intencional
Sublevação alucinante
Clamor de acorde robusto
Que só ouviu o lusco-fusco
Desse particular diletante
quarta-feira, 3 de junho de 2009
LEALDADE
O “magro” diria:
--lealdade é cabeça.
--O diverso escraviza
A mais sã consciência
Ou pode ofuscar baliza
Na lucidez, o berço
Que se esquadrinha
Na reta frontal do eixo
Da sabedoria madrinha
O diverso.., o seixo
Para sentir a espuma
Com a lealdade sorvo
O amargo na bruma
E sinto a água do corgo
Leve que nem a pluma
A lealdade é abrigo
Da vida na estesia
Eclodindo sinal amigo
De ser leal à alegria
Prá felicidade ser comigo
--lealdade é cabeça.
--O diverso escraviza
A mais sã consciência
Ou pode ofuscar baliza
Na lucidez, o berço
Que se esquadrinha
Na reta frontal do eixo
Da sabedoria madrinha
O diverso.., o seixo
Para sentir a espuma
Com a lealdade sorvo
O amargo na bruma
E sinto a água do corgo
Leve que nem a pluma
A lealdade é abrigo
Da vida na estesia
Eclodindo sinal amigo
De ser leal à alegria
Prá felicidade ser comigo
domingo, 10 de maio de 2009
SEM INFLAÇÃO
Ontem mero prenúncio
Hoje, teu calor rubicundo
Põe no ar o eflúvio
Deste emergente fecundo
Fazendo ressoar anúncio
Ao rol dos "mais" do mundo
Portanto......
Não deixemos a semântica
Por mera empolgação
Sublevar consciência quântica
Questionada na evolução
Travestir-se à romântica
E devanear a percepção
Se envilecer o preço,
Causa ou conseqüência?
Identifiquemos o endereço
Interagindo na freqüência
Gestando a romper o gesso
Para franquear aparência
Se manifesto o especular
Que se conduzia proscrito
A vir num multiplicar
A afigurar esse mito
A não ser unidade basilar
Faça rumo ao infinito
Todavia, propriedade da base
Se demonstrar decompor
Fazendo a expansão sua fase
Tão circulante a se impor
E a produção sem crase?..
Só o crescimento a se contrapor
Hoje, teu calor rubicundo
Põe no ar o eflúvio
Deste emergente fecundo
Fazendo ressoar anúncio
Ao rol dos "mais" do mundo
Portanto......
Não deixemos a semântica
Por mera empolgação
Sublevar consciência quântica
Questionada na evolução
Travestir-se à romântica
E devanear a percepção
Se envilecer o preço,
Causa ou conseqüência?
Identifiquemos o endereço
Interagindo na freqüência
Gestando a romper o gesso
Para franquear aparência
Se manifesto o especular
Que se conduzia proscrito
A vir num multiplicar
A afigurar esse mito
A não ser unidade basilar
Faça rumo ao infinito
Todavia, propriedade da base
Se demonstrar decompor
Fazendo a expansão sua fase
Tão circulante a se impor
E a produção sem crase?..
Só o crescimento a se contrapor
sábado, 28 de março de 2009
FELIZ NÍVER
Ao estimado filho, nesta data especial,
Em que mais experiências da vida buscou legal
Nas manhas de instigantes sutilezas
Na equivalência das grandes cabeças
E de sobremodo, na certeza..
Qual de sobremaneira acresças
No resplandecer da crença
Nesta caminhada destemida
Alcançando diferencial na vida
Avocado no atributo essencial
Aos entes de razão exponencial
Na sintonia dos que advirão
Por contundente vibração
No âmago de espectro sublime
Cada vez mais te ilumine
Do distintivo espírito fraternal
Pela alta conta dos contos que conténs
Feliz Aniversário. Parabéns!
Em que mais experiências da vida buscou legal
Nas manhas de instigantes sutilezas
Na equivalência das grandes cabeças
E de sobremodo, na certeza..
Qual de sobremaneira acresças
No resplandecer da crença
Nesta caminhada destemida
Alcançando diferencial na vida
Avocado no atributo essencial
Aos entes de razão exponencial
Na sintonia dos que advirão
Por contundente vibração
No âmago de espectro sublime
Cada vez mais te ilumine
Do distintivo espírito fraternal
Pela alta conta dos contos que conténs
Feliz Aniversário. Parabéns!
segunda-feira, 2 de março de 2009
A PERFEIÇÃO
Na perfeição tenho apreço
Encontrá-la é meu desejo
Mas quando a vejo
Nem a reconheço
Prudência, pontualidade
Nem atrasa nem adianta
É de firmeza tanta
Quanto a própria hombridade
Irrestrito é teu demandar
Na inteireza de lealdade
Da alardeada sobriedade
Que consegues suscitar
Vê se abres uma brecha
Tão austera não te ponhas
Senão serás enfadonha
Ou levarás a pecha
Será que devo ou não
Hostilizar, sufocar
Reprimir, enforcar
Conter, exaltar
Ou estrangular, a perfeição?
Que adiantaria a morte, então
Se viverás nos outros
Resta-me deixar arrotos
E buscar em mim a perfeição
Encontrá-la é meu desejo
Mas quando a vejo
Nem a reconheço
Prudência, pontualidade
Nem atrasa nem adianta
É de firmeza tanta
Quanto a própria hombridade
Irrestrito é teu demandar
Na inteireza de lealdade
Da alardeada sobriedade
Que consegues suscitar
Vê se abres uma brecha
Tão austera não te ponhas
Senão serás enfadonha
Ou levarás a pecha
Será que devo ou não
Hostilizar, sufocar
Reprimir, enforcar
Conter, exaltar
Ou estrangular, a perfeição?
Que adiantaria a morte, então
Se viverás nos outros
Resta-me deixar arrotos
E buscar em mim a perfeição
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