Ao estimado filho/Ao ensejo da "primavera" que vai/Nos caminhos da vida sejas bom "andarilho"/E nesse vai-e-vem, segues no teu "trilho"/E que a luz desses caminhos se
fortaleçam no brilho/São os votos do teu pai.
PARABÉNS!
Um tempo que se foi
Uma data que chega
E a não fugir à regra,
Um enígma renasce
Um foco se descortina
Porque a vida se ilumina
Com legados de boa sina
No vislumbre de novas trilhas
Na direção de um horizonte
E que jamais seque a fonte
Desde que sejam fulgurantes
Com perspectivas relevantes
Sem parcimônias de tua ótica
Pela gratidão consigo mesmo
Sem afrouxar o fado a esmo
Mas em universo de emoções
Para contemplar mais doce o mundo
E preenchido de nobres vibrações
Já agregadas ao inconsciente
E livres fluam de tua mente
Por já idealizado destino
E como manda o "figurino"
Ora preenchido de sentimento
De etéreo crescimento
Diante da conscientização
E sem máculas de algema
Contudo da essência suprema
Que brota do coração
E que se mantenha intacta
Pelos meandros da via-Láctea
Rogo ao Geômetra do Universo, dê guarida
Com bênçãos de infinita bondade
Guardando a tua felicidade
Pelos caminhos e vicissitudes da vida!
domingo, 28 de março de 2010
sábado, 13 de março de 2010
QUARTO
QUARTO
Predito de quarto crescente
O dia a prenunciar desencontros
Açulante a aflorar nossos monstros
Na invasão de nossa mente
Quando a vida vem passar
Por um mau quarto de hora
Desventuramo-nos num bota-fora
Que se nos impõe digressionar
Largamos as convenções
Botamos os quartos de banda
Só para ver como anda
Nossas contas de emoções
Pinta branco de sapiência,
Frustra como quartel-mestre sem tropa
Malogro de navegador sem frota
É um passar no quarto, da consciência
No quarto que descobri...,
Apenas um quarto de hora
É muito prá quem chora
E pouco pra quem ri
No quarto de despejo
Remexendo coisas guardadas
Revoltas em pensamentos.
Ficarmos por momentos
Em nosso quarto, aposento
É nosso único desejo
Predito de quarto crescente
O dia a prenunciar desencontros
Açulante a aflorar nossos monstros
Na invasão de nossa mente
Quando a vida vem passar
Por um mau quarto de hora
Desventuramo-nos num bota-fora
Que se nos impõe digressionar
Largamos as convenções
Botamos os quartos de banda
Só para ver como anda
Nossas contas de emoções
Pinta branco de sapiência,
Frustra como quartel-mestre sem tropa
Malogro de navegador sem frota
É um passar no quarto, da consciência
No quarto que descobri...,
Apenas um quarto de hora
É muito prá quem chora
E pouco pra quem ri
No quarto de despejo
Remexendo coisas guardadas
Revoltas em pensamentos.
Ficarmos por momentos
Em nosso quarto, aposento
É nosso único desejo
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
DESAMOR E AMOR DEZ
Uma mesa..., vinhos, filés
Jantar à luz de velas
Abaixo tocam-se canelas
Isso é amor dez
Se madrugada for
À casa não retornei
Onde estou nem sei
Isso é desamor
Se fico a teus pés
Repleno de carinho
Chamando-te benzinho
Isso é amor dez
Temulento e sem cor
Exalando aguardente
E ainda valente
Isso é desamor
Adormeces aos cafunés
Massagem sem fustigares
Muitas preliminares
Isso é amor dez
Se receberes flor
De mão sorridente
Um beijo muito ardente
Podes ficar contente
Isso é dez para o amor
Jantar à luz de velas
Abaixo tocam-se canelas
Isso é amor dez
Se madrugada for
À casa não retornei
Onde estou nem sei
Isso é desamor
Se fico a teus pés
Repleno de carinho
Chamando-te benzinho
Isso é amor dez
Temulento e sem cor
Exalando aguardente
E ainda valente
Isso é desamor
Adormeces aos cafunés
Massagem sem fustigares
Muitas preliminares
Isso é amor dez
Se receberes flor
De mão sorridente
Um beijo muito ardente
Podes ficar contente
Isso é dez para o amor
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
LIVRO
DIA 09 DE NOVEMBRO, 18 HS, FEIRA DO LIVRO-PELOTAS, LANÇAMENTO MEU 2° LIVRO, TÍTULO: POESIAS, PROVAS E VERSOS.
domingo, 13 de setembro de 2009
FUTURO
Com o póstero..., a verdade
Quando a vida desabrolha
Livre-arbítrio ao futuro olha
Cada qual na melhor escolha
Nos limites de qual vontade
Prudente é, abstrair pecha rude
Ao sequaz do zelo futuro
A não protagonizar apuro
De não se pôr ao través do muro
No desapreço à virtude
Mas o que há de ser?
Vislumbremos magna meta
Sem procrastinar essa reta
Nem carece ser profeta
A claro horizonte antever
Quem acredita vence
Sem sectarismo na apostasia
Ou nem cético dessa “vaticinia”
--Antes de nós.., ( já se ouvia.. )
“O futuro a Deus pertence”
Quando a vida desabrolha
Livre-arbítrio ao futuro olha
Cada qual na melhor escolha
Nos limites de qual vontade
Prudente é, abstrair pecha rude
Ao sequaz do zelo futuro
A não protagonizar apuro
De não se pôr ao través do muro
No desapreço à virtude
Mas o que há de ser?
Vislumbremos magna meta
Sem procrastinar essa reta
Nem carece ser profeta
A claro horizonte antever
Quem acredita vence
Sem sectarismo na apostasia
Ou nem cético dessa “vaticinia”
--Antes de nós.., ( já se ouvia.. )
“O futuro a Deus pertence”
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
SORRISO DE UMA NOITE
SORRISO DE UMA NOITE
Numa noite ímpar
Atirado ao acaso
Como a flor no vaso
Fiquei a fitar
Naquele instante, de fato
Sem futuro antever
Levado no acontecer
Ao que parecia sensato
O ambiente festeiro,
Olhar manhoso
Momento frutuoso
Porém, sorrateiro
Sem algum aviso
A vida se fez peça
E mais que depressa
Virou sorriso..
Numa noite ímpar
Atirado ao acaso
Como a flor no vaso
Fiquei a fitar
Naquele instante, de fato
Sem futuro antever
Levado no acontecer
Ao que parecia sensato
O ambiente festeiro,
Olhar manhoso
Momento frutuoso
Porém, sorrateiro
Sem algum aviso
A vida se fez peça
E mais que depressa
Virou sorriso..
sábado, 1 de agosto de 2009
VIOLÃO
VIOLÃO
Lá no canto desenxabido
Muitas vezes largado
Mas jamais abandonado
Muito menos esquecido
Pensa alegria quem te faz
Para o mundo das canções
Ao extravasar emoções
Em vicissitudes que a vida trás
Paradoxal é teu jeito...
Tão singelo..., ora, imponente!
Se manipulado habilmente
No dedilhar junto ao peito
Da prima ao bordão
Vibrante..., desafetos consolou
Algumas lágrimas aparou
Mas na alegria tem vocação
Lá no canto desenxabido
Muitas vezes largado
Mas jamais abandonado
Muito menos esquecido
Pensa alegria quem te faz
Para o mundo das canções
Ao extravasar emoções
Em vicissitudes que a vida trás
Paradoxal é teu jeito...
Tão singelo..., ora, imponente!
Se manipulado habilmente
No dedilhar junto ao peito
Da prima ao bordão
Vibrante..., desafetos consolou
Algumas lágrimas aparou
Mas na alegria tem vocação
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